Montesclareou

Páginas

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

GVT em Montes Claros?

Li recentemente no site montesclaros.com que há rumores de que a GVT poderá estar indo para Montes Claros. Caso estas suspeitas se confirmem, será uma grande vitória para a nossa cidade que desde há muito tempo vem sendo vitima de um monopólio da região.

Andei fazendo pesquisas no site da empresa e não vi nada que confirmasse estes rumores. Mas ainda assim ficamos feliz que esta empresa do sul do Brasil já atua na capital mineira e também em Betim e Contagem. Também esta fazendo grandes investimentos nas Regiões Norte e Nordeste. Então talvez seja só questão de tempo para que isso realmente se confirme.

Recomendo que os interessados entrem no site da companhia e solicitem maiores informações, ou pelo telefone 103 25 que está disponível no website. Isso é importante porque dependendo do numero de pessoas procurando seus serviços, eles poderão dar uma prioridade ou acelerar os processos de implantação dos serviços. Não custa nada tentar.

Veja também um artigo que encontrei de um usuário da Bahia que acabou trocando a velox pela GVT. Qualquer outra semelhança é apenas mais uma coincidência.  Clique no link abaixo para ler a notícia.

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Uma resposta para o senhor Willy Macedo da mensagem 64377.

Clique aqui para ler a mensagem 64377 do senhor Willy Macedo.

É deplorável o que foi escrito pelo senhor Willy Macedo. Seus escritos ferem às mentes mais lúcidas da sociedade montesclarense. Montes Claros vem sim evoluindo e como consequência disso resulta o despertar dessas consciências.

A vida atribulada e desenfreada das grandes cidades, acabam que despertando seus cidadãos e disso resulta na criação de leis que sejam boas e de comum acordo para todos. Porém nem todos conseguem ver e entender os benefícios destas leis, dai existirem os infratores e seus apoiantes, como é o do senhor Willy Macedo.

Fui frequentador e trabalhei como barman em vários locais de shows, festas e discos. Isso inclui Shibuya e Roppongi, em Tóquio. Também passei por Lisboa, Cascais, Porto, Braga, inclusive estive na Pacha de Esposende e também no primeiro Rock in Rio Internacional, em Portugal. Acredito que não será necessário citar aqui os outros tantos locais por onde passei e trabalhei. E se o faço é apenas com o intuito de esclarecer como um conhecedor de causa.

Eu sou um desses neuróticos da qual a zona rural não saiu de dentro de mim, como este senhor citou. Nasci e me criei em Montes Claros e foi ai e nas zonas rurais dai, onde aprendi as maiores lições de vida. Aprendi o quanto é bom e salutar sentar no terreiro ao lado de uma fogueira, principalmente nas noites frias de inverno, para contar estórias, já que a fazenda do meu avô no município de Itacambira, felizmente não tem rede elétrica. Essas estórias eram as vezes interrompidas, pelo medo do brilho dos olhares que apareciam no meio da mata, que nada mais era que a luz da fogueira refletida nos olhos das raposas, que saíam para caçar comida e outras vezes éramos interrompidos pelo latido dos cães que avistavam algum tatu.

Sem luz elétrica, não tínhamos televisão. O que fazia com que dormíssemos mais cedo, geralmente antes das 22h. Assim, aproveitávamos as melhores horas do sono, que são justamente das 22h a meia noite. Dormindo cedo, acordávamos também cedo, muitas vezes antes da 6h, algumas vezes de forma natural outras vezes éramos despertados pelos pássaros-pretos, canários, sabiás, bem-te-vis, ferreiros ou trinca-ferros. Aproveitávamos assim o dia da melhor forma possível.

Se não tivesse conhecido essa tranquilidade e paz do meio rural, talvez também afirmaria equivocadamente que o mundo não tem mais conserto. Mas felizmente isso não é verdade. E é justamente isso o que vem querendo dizer as centenas de pessoas que se manifestam aqui neste jornal. Pessoas como José Prates e a senhora Ruth Tupinambá e mais recentemente Alison Mota, Patricia, Elio Soares Ribeiro, Mauro Rocha Athayde, Gabriel, Marcelo, Antônio Eustáquio Freitas Tolentino e J. Francisco, só para citar algumas.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Barulho e mais barulho.

Há um ditado popular que diz: Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe. Gostaria de repetir a última parte novamente: nem mal que nunca se acabe. Como são sábios tais provérbios, que representa nada mais que a voz do povo. Já outro ditado diz: A voz do povo é a voz de Deus (Inteligência Universal, para mim que sou Racionalista Cristão).

Fico imensamente feliz de Montes Claros poder contar com o montesclaros.com. Também imensamente feliz fico quando leio as manifestações antirruído de nossos montesclarenses, quer estejam morando na cidade ou não. E também não podemos deixar de agradecer à aqueles que só conhece a nossa cidade de passagem ou de ouvir falar. Cada manifestação aqui conta. Primeiro soma e depois multiplica.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A sociedade esclarecida.

Haverá um dia o que poderemos chamar de sociedade esclarecida. Nesta sociedade prevalecerá os interesses de todos e não simplesmente os interesses de alguns. Esclarecidos todos, cada um saberá e cumprirá o seu papel na sociedade. Dando o melhor de si e contribuindo para a melhora do seu semelhante.

Nesta sociedade, formada de pessoas conscientes, dignas, humanas e trabalhadoras, não haverá a necessidade do “voto esmola”. Porque sendo formada por pessoas trabalhadoras, nas quais cada um ganha para as suas necessidades, ninguém precisará trocar seu voto por um pedaço de pão ou litro de leite. Não havendo famintos, politiqueiros terão que tomar novos rumos. Todos serão políticos, quererão e exercerão para si e para o seu próximo o cumprimento das leis.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Internet de 1Gbps. Será que a Lei de Moore se aplica à Montes Claros?

A lei de Moore, foi criada em 1965 pelo americano Gordon E. Moore, na época presidente da Intel. Ele previa que os processadores dobrariam sua capacidade de processamento e que teria seu custo reduzido pela metade num prazo de 18 meses. E foi o que vimos ocorrer de lá para cá. Alguns preveem o fim desta lei, devido ao tamanho muito reduzido a que chegaram os micros processadores ou devido a substituição por uma outra nova tecnologia.

Mas o que quero frisar aqui sem perder a linha de raciocínio, é que em 18/10/2008 (há dois anos atrás) escrevi para o montesclaros.com um texto com o título “ESTAREMOS TODOS CONECTADOS!?”, onde citava internet de 20Mbps o que parecia uma utopia para a realidade da época (ou ao menos para nós montes-clarenses). Justamente um ano depois em 15/10/2009, escrevi outro texto “Veloz Cidade... Velocidade... Será?” onde fazia criticas quanto a baixa “Veloz Cidade” da internet e dos altos preços praticados na cidade de Montes Claros. Citei, na época à titulo de comparação, preços de R$20,00 ao mês por uma internet de 8Mbps, que eram praticados em Londres.

E o que mudou depois? Pois bem, hoje temos uma super banda-larga de 1Gbps (um Giga bits por segundo ou 1000 Mbps) a um custo de US$26,00 ao mês, o que daria algo em torno de R$43,42 apenas. Estou falando da cidade de Hong Kong e do provedor City Telecom (H.K). Acredito que talvez seja mais barato do que 1Mbps fornecido pelos provedores de Montes Claros. Estou certo?

Será que da para ver o abismo no qual estamos caindo? Será que nossos governantes não percebem que estamos nadando contra a mare, ou seja, contra a lei de Moore? E que isso traz grandes impactos sociais e econômicos para a nossa gente? O que faremos quando necessitarmos de engenheiros especializados em fibra óptica? Engenheiros de multimídia? Como faremos quando nossos executivos necessitarem comparecer a uma reunião online? Ou quando forem atualizar seu conhecimentos através de webnarios?

Se continuar assim, estaremos (des)conectados do mundo. Seremos um bando de analfabetos a nos vangloriar de termos a eleição mais rápida do mundo. Neste quesito, conseguir os votos dos eleitores, nossos políticos conseguem agir à velocidade de 1Tbps e quase que gratuitamente, quase.(1Tbps = 1.000.000.000 Kbps – onde Kbps é ainda a unidade de medida da velocidade de internet, conhecida pela ínfima população de Montes Claros que consegue ter acesso à internet).

terça-feira, 6 de abril de 2010

Londres, São Paulo e Montes Claros.

Um ponto de vista diferente da mensagem 56833 de Isabel Maria.

Antes de vir a Londres já sabia de antemão que esta seria a cidade mais cosmopolita do mundo, ou seja, uma cidade que sabe acolher as diferentes culturas e pessoas de todas as partes do mundo. E para a minha agradável surpresa quase tudo aqui funciona relativamente bem. É claro que aqui também há problemas como qualquer outra capital do mundo.

Porem acredito que a Senhora Isabel Maria tenha passado por algum mal entendido, uma situação fortuita, algo não muito comum por aqui. Mas isso não quer dizer que seu pensamento expresse uma verdade abrangente. Londres sendo uma capital, que poderíamos dizer também capital da cultura, das relações comerciais, etc, com certeza recebe e irá receber pessoas de todas as partes do mundo. Muitos aqui vem à passeio e outros à fixarem residencia. É, talvez em Londres já não se fale aquele inglês puro sem sotaque.

Não ocorre o mesmo com São Paulo? Esta cidade não recebe gente de todas as partes do Brasil? Também não foi lá que chegaram e que continuam a chegar, Japoneses, Judeus, Italianos, Espanhóis, Portugueses, Libaneses, Coreanos, Chineses, Bolivianos, Colombianos, etc? É, talvez em São Paulo já não se fale português com aquele sotaque paulistano.

E quanto a nossa querida Montes Claros? Não é uma referencia para o Norte de Minas? E também para o Sul da Bahia? E agora se tornando uma Cidade Universitária, não estará vindo gente de outras cidades e quiçá de outros estados? É, talvez em Montes Claros já não se fale português com aquele sotaque norte-mineiro.

Mas linguagem é isso, um processo vivo, mutável. Talvez ocorrendo o mesmo com a música. Já notou que o Fado Português também já não é mais o mesmo? Podemos ate ter um saudosismo de Amália Rodrigues, que é bem natural que isso ocorra, mas quem canta fado em Portugal hoje em dia é Marisa dos Reis Nunes ou simplesmente Mariza, que é Moçambicana diga-se de passagem.

E por ultimo a senhora pergunta: “Onde estarão os verdadeiros Ingleses? Voltem, por favor! Londres, sem vós, já não é o que era.” Não estariam eles nas cidades do interior do país? Ou quem sabe no Algarve, Estoril e Cascais (Portugal)? Poderiam estar nas Ilhas Canárias, Mallorca ou Marbella (Espanha). Sempre fugindo do frio, da chua e da falta de sol que há por aqui.