Montesclareou

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sábado, 7 de maio de 2011

Nossa Mãe.

Temos a informação de que no plano espiritual o ser escolhe a família na qual irá nascer. Sendo esta família portanto a responsável pelos primeiros cuidados, pelas primeiras lições de vida e educação. No plano material e mais especificamente no campo político, nós escolhemos quem irá nos governar. Portanto escolhemos quem nos governará diante dos percalços da vida, escolhemos quem cuidará dos nossos interesses, quem nos dará lições através de bons exemplos e quem cuidará da nossa boa educação e formação. Sim, em ambas situações as escolhas são nossas e são democráticas.

A mãe verdadeira quer o melhor para seus filhos e luta para dar o melhor alimento, a melhor educação, o conforto e o carinho de um lar a todos os seus filhos indistintamente. E quando um filho se transvia do caminho por ela estipulado? Muitas vezes sofre calada, por um sentimento de culpa e remorso e anda cabisbaixa de vergonha. Alguém conhece alguma mãe que diria palavras como “bem feito, mataram meu filho porque ele estava metido no trafico de drogas e já tinha várias passagens pela polícia”? Caso encontrem alguma, será um caso raro e que merecerá a atenção de psicólogos e psiquiatras.

No entanto a nossa mãe política ou nosso pai político, faz justamente o contrário daquilo que esperamos deles. Não dá atenção, não dá amparo, não dá exemplos e quando morre um de seus filhos vítima do tráfico, sai gritando aos quatro cantos que seu filho era traficante e que tinha várias passagens pela policia. A nossa mãe está doente e precisa de tratamento. Não consegue ver que tem que lutar pelo direito à vida e não propagar a morte. A nossa mãe está surda e não consegue ou não é capaz de ouvir o choro eloquente de seus filhos.

Na atual situação a que chegamos, meus queridos irmãos montesclarenses, posso dizer sem a menor sombra de dúvida que somos filhos órfãos, devido a incapacidade de nossa mãe de agir, de ouvir, de tomar conta de nós e de tomar decisões acertadamente. Mas podemos escolher uma nova mãe para tomar conta de nós e neste caso a adoção parece ser o melhor caminho. E quanto às mães verdadeiras, que elas continuem exercendo maravilhosamente bem o papel grandioso que a elas cabem. E que não percam as esperanças, porque dias melhores virão. Parabéns pelo seu dia queridas mães!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Não existe Banda Larga em Montes Claros

Mais uma vez quero falar aqui dos descasos que sofremos em Montes Claros. Como já disse em ocasiões anteriores, pagamos muito caro por um péssimo serviço de internet. Penso que o termo Banda Larga deveria sofrer alterações periodicamente (a cada 6 meses por exemplo) para uma verificação da velocidade mínima necessária para um provedor poder utilizar este termo. Ou seja, a dias de hoje, um provedor que não fosse capaz de entregar um mínimo de 5Mbps, não poderia cobrar uma internet como sendo Banda Larga. E daqui uns dois anos por exemplo esse valor mínimo deveria ser ajustado para uns 20Mbps ou valores superiores a este.
No meu modo de ver, não existe banda larga em Montes Claros. Pelo menos com quem eu conversei, pude constatar isso. Também fiz alguns testes em lan-houses e todas elas variaram entre 250Kbps a 600Kbps, muito aquém do mínimo defendido por mim. Para os testes utilizei o site www.speedtest.net.
A única empresa que tenho conhecimento que entrega uma internet com um mínimo de 5Mbps a um preço de R$60,00 é a GVT, mas que infelizmente ainda não está instalada em nossa cidade. Penso que todos nós montesclarenses deveriamos solicitar a implantação desta empresa em Montes Claros. E como fazer isso? É bem fácil, basta preencher um formulário indicando a sua cidade e bairro. Uma forte procura, fará com que esta empresa olhe para a nossa cidade com melhores olhos, é a tal lei da oferta e da procura e quem sabe assim acelere o processo de uma possível implatação. Temos que tentar e agir e não somente reclamarmos. Para isso deixo o link do formulário desta empresa. Repassem aos seus amigos e peçam que façam o mesmo.

domingo, 6 de março de 2011

Ser político ou apolítico.

Sempre fui apolítico. Talvez isso se deu pelo fato de que desde pequeno aprendi através de meus pais o significado da palavra demagogia. E como diz o ditado popular “ensinar em criança é gravar em mármore”, criei então desde cedo o hábito de ouvir e analisar propostas políticas, contrastá-las com a realidade política de um povo ou região e observar os resultados práticos. E quase tudo que observei foi demagogia e não política. O que me levou a ter um certo receio, para não dizer nojo, da palavra política.

Mas lendo neste mural as crônicas de Waldyr Senna Batista, vi o erro que cometia. Venho aprendendo através de suas cronicas que todo ser honrado e digno, deve se interessar pela política, exercer e exigir política dos seus políticos. Somente assim saberemos quem são políticos e quem são os demagogos, os politiqueiros. E entendendo de política poderemos exercer melhor os nossos direitos, para citar apenas um exemplo.

O curioso é que não estou só neste despertar. Parece que a sociedade montes-clarense começa a dar os primeiros passos neste sentido. E já era de se esperar ou por que não dizer já passava da hora, visto que Montes Claros é hoje um cidade com quase 20 instituições de ensino superior. Poderá alguns quererem manipular as informações de algumas de nossas instituições, mas não conseguirão fazer com todas elas. Poderão comprar alguns canais de mídia já ultrapassados, mas nos canais mídia relevantes dos tempos de hoje, é praticamente impossível de isso acontecer, pelo menos no Brasil.

Após este despertar, só nos faltará então termos mais analistas políticos como Waldyr Senna ou deputados, como a deputada Cidinha Campos no qual coloco um vídeo ao final deste artigo e que muito útil será seguir o seu exemplo na nossa sociedade. E para finalizar, gostaria de dizer que no próximo domingo me encontrarei de férias na minha querida cidade, onde para mim é sempre motivo de orgulho e satisfação estar junto deste povo tão querido.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Uma lição que vem do céu.

(Publicado no blog www.marden.co.cc)

Nós, seres humanos, fizemos vários progressos desde o aparecimento de nossa espécie neste planeta. Mas também fomos responsáveis por varias catástrofes que a história já pode registrar. Porém há certos tipos de impacto que causamos que as vezes se tornam muito difíceis de detectar.
Recentemente ocorreu a morte de milhares de pássaros, mais de 2.000 registrados e alguns dizem que foram mais de 5.000 aves mortas, no município de Beebe, Arkansas, EUA. Ainda não se sabe a causa para tal fenômeno, que tem uma característica bem particular. As mortes foram registradas apenas dentro do município.
Fenômenos de mortes massivas de pássaros, vem se tornando comum e já foram registradas outras vezes, em várias partes do globo. Este fenômeno já foi registrado em outras partes dos Estados Unidos e também bem próximo do Brasil, na Argentina e no Chile. Muitas destas mortes ainda sem uma explicação racional.
O que faz deste caso, que ocorreu na virada do ano, um caso particular e intrigante, foi o fato de não ter sido registrado mortes de aves fora do município, dai descartando as possíveis causas por contaminação, quer pela agricultura ou pelos rios. E fez com que fosse levantada outras hipóteses que merecem a pena serem estudadas. Uma delas foi relacionar o fato a dois tipos de poluição, causada pelo ser humano: a poluição luminosa e a poluição sonora em simultâneo. 
Estas aves, tem uma audição mais sensível que nos mamíferos. Caso se possa confirmar as mortes destas aves e seu provável  relacionamento aos fogos de artificio, por causa da poluição luminosa e sonora na virada do ano, muitos outros estudos deverão surgir a partir deste caso. Por exemplo, outras perguntas surgirão como: Que impactos causariam os fogos de artifícios (poluição sonora) em gestantes com poucas semanas de gravidez, onde se inicia a formação auditiva de seus bebês? 
Esperemos que casos como este encontre logo uma causa provável e uma solução racional. E que as pessoas não se deixem distrair com estórias apocalípticas e outras de finais dos tempos, como o tão baforejado 2012.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

GVT em Montes Claros?

Li recentemente no site montesclaros.com que há rumores de que a GVT poderá estar indo para Montes Claros. Caso estas suspeitas se confirmem, será uma grande vitória para a nossa cidade que desde há muito tempo vem sendo vitima de um monopólio da região.

Andei fazendo pesquisas no site da empresa e não vi nada que confirmasse estes rumores. Mas ainda assim ficamos feliz que esta empresa do sul do Brasil já atua na capital mineira e também em Betim e Contagem. Também esta fazendo grandes investimentos nas Regiões Norte e Nordeste. Então talvez seja só questão de tempo para que isso realmente se confirme.

Recomendo que os interessados entrem no site da companhia e solicitem maiores informações, ou pelo telefone 103 25 que está disponível no website. Isso é importante porque dependendo do numero de pessoas procurando seus serviços, eles poderão dar uma prioridade ou acelerar os processos de implantação dos serviços. Não custa nada tentar.

Veja também um artigo que encontrei de um usuário da Bahia que acabou trocando a velox pela GVT. Qualquer outra semelhança é apenas mais uma coincidência.  Clique no link abaixo para ler a notícia.

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Uma resposta para o senhor Willy Macedo da mensagem 64377.

Clique aqui para ler a mensagem 64377 do senhor Willy Macedo.

É deplorável o que foi escrito pelo senhor Willy Macedo. Seus escritos ferem às mentes mais lúcidas da sociedade montesclarense. Montes Claros vem sim evoluindo e como consequência disso resulta o despertar dessas consciências.

A vida atribulada e desenfreada das grandes cidades, acabam que despertando seus cidadãos e disso resulta na criação de leis que sejam boas e de comum acordo para todos. Porém nem todos conseguem ver e entender os benefícios destas leis, dai existirem os infratores e seus apoiantes, como é o do senhor Willy Macedo.

Fui frequentador e trabalhei como barman em vários locais de shows, festas e discos. Isso inclui Shibuya e Roppongi, em Tóquio. Também passei por Lisboa, Cascais, Porto, Braga, inclusive estive na Pacha de Esposende e também no primeiro Rock in Rio Internacional, em Portugal. Acredito que não será necessário citar aqui os outros tantos locais por onde passei e trabalhei. E se o faço é apenas com o intuito de esclarecer como um conhecedor de causa.

Eu sou um desses neuróticos da qual a zona rural não saiu de dentro de mim, como este senhor citou. Nasci e me criei em Montes Claros e foi ai e nas zonas rurais dai, onde aprendi as maiores lições de vida. Aprendi o quanto é bom e salutar sentar no terreiro ao lado de uma fogueira, principalmente nas noites frias de inverno, para contar estórias, já que a fazenda do meu avô no município de Itacambira, felizmente não tem rede elétrica. Essas estórias eram as vezes interrompidas, pelo medo do brilho dos olhares que apareciam no meio da mata, que nada mais era que a luz da fogueira refletida nos olhos das raposas, que saíam para caçar comida e outras vezes éramos interrompidos pelo latido dos cães que avistavam algum tatu.

Sem luz elétrica, não tínhamos televisão. O que fazia com que dormíssemos mais cedo, geralmente antes das 22h. Assim, aproveitávamos as melhores horas do sono, que são justamente das 22h a meia noite. Dormindo cedo, acordávamos também cedo, muitas vezes antes da 6h, algumas vezes de forma natural outras vezes éramos despertados pelos pássaros-pretos, canários, sabiás, bem-te-vis, ferreiros ou trinca-ferros. Aproveitávamos assim o dia da melhor forma possível.

Se não tivesse conhecido essa tranquilidade e paz do meio rural, talvez também afirmaria equivocadamente que o mundo não tem mais conserto. Mas felizmente isso não é verdade. E é justamente isso o que vem querendo dizer as centenas de pessoas que se manifestam aqui neste jornal. Pessoas como José Prates e a senhora Ruth Tupinambá e mais recentemente Alison Mota, Patricia, Elio Soares Ribeiro, Mauro Rocha Athayde, Gabriel, Marcelo, Antônio Eustáquio Freitas Tolentino e J. Francisco, só para citar algumas.